Guias de turismo: a importância da contratação de trabalhadores regularizados

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Sistema do Ministério do Turismo permite consultar trabalhadores devidamente registrados, que passam por curso técnico de formação profissional e devem possuir registro no Cadastur.

Conhecer os diversos destinos brasileiros, com atrações que misturam sol, praia, cultura, história e natureza, entre várias outras riquezas, proporciona momentos incríveis a turistas. E estas experiências podem ganhar contornos ainda mais memoráveis com a contribuição de um profissional que tem na sua essência a função de enriquecer a estada do visitante. Estamos falando do guia de turismo, cuja profissão é regulamentada desde 1993 pelo governo federal no país.

A fim de garantir segurança ao contratar serviços na área, o consumidor deve sempre optar por trabalhadores devidamente regularizados. O Ministério do Turismo disponibiliza a relação de guias legalmente reconhecidos, que precisam passar por curso técnico de formação profissional em instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação e exibir crachá com o registro no Cadastur, o cadastro de pessoas físicas e jurídicas do setor. (Consulte AQUI)

O ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, reforça a necessidade de o cliente se certificar da atuação regular dos profissionais. “É essencial que o consumidor verifique se o guia de turismo está devidamente registrado no Cadastur. O trabalho de profissionais não regularizados compromete a boa prestação de serviços e não condiz com o valoroso trabalho prestado por guias regulares, que ajudam a aprimorar a experiência do visitante de norte a sul do país”, frisa

Os guias de turismo regularizados, que atualmente somam um total de 27.214 trabalhadores no país, são classificados em quatro categorias: guia de turismo regional, nacional, especializado em atrativos naturais e internacional (Clique AQUI para se registrar gratuitamente). A atividade é permitida a brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil maiores de 18 anos de idade e que estejam com o CPF em situação ativa junto à Receita Federal.

O presidente da Federação Nacional de Guias de Turismo (Fenagtur), Henrique Dantas, ressalta que o profissional legalmente constituído ajuda, inclusive, a evitar riscos durante passeios, como em unidades de conservação ambiental e atividades de aventura. “No curso, há disciplinas sobre a questão da segurança, principalmente em ambientes naturais. Então, o futuro profissional é preparado para ter um olhar diferenciado em qualquer atividade de lazer”, destaca.

SUPORTE – O MTur vem adotando ações para facilitar a atuação dos guias. Desde março de 2021, por meio do site do Cadastur, eles dispõem da versão digital do crachá, que se soma ao documento físico. Os trabalhadores também já podem registrar veículos automotivos próprios de trabalho no Cadastur, de forma que tal informação conste de sua identificação. Os veículos devem possuir no mínimo três portas e não ultrapassar o prazo de cinco anos de fabricação.

O Ministério do Turismo oferece ainda cursos gratuitos de capacitação voltados a guias. As qualificações, fruto de parcerias com institutos federais de educação, envolvem atrativos culturais e naturais do país, aulas de inglês e espanhol e orientações contra a Covid-19, entre outras disciplinas. Os trabalhadores do ramo também podem obter junto ao órgão o Selo Turismo Responsável, que indica o cumprimento de medidas de prevenção ao novo coronavírus.

Por André Martins

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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